Soluções arquitetônicas que equilibram integração, funcionalidade e discrição nos projetos residenciais.

Culturalmente, o brasileiro sempre adorou ter sua própria área de serviço. Além da facilidade de organizar os produtos de limpeza e lavar as roupas em casa, nossas condições climáticas com calor e vento abundante são pontos a favor. No mercado imobiliário, o planejamento arquitetônico de apartamentos e residências tem valorizado a conexão das áreas de trabalho – caso da cozinha e da área de serviço.
Mas isso não quer dizer que os dois ambientes precisam ter o acesso completamente aberto: seja pela interferência de odores dos pratos preparados e que podem impregnar nas roupas penduradas no varal ou mesmo pelo desejo de não deixar a área de serviço exposta para todos, a arquiteta Mari Milani conhece de perto essa missão propiciar discrição em ambientes tão próximos, mas com vida própria. “Mesmo realizando um fechamento, não excluímos a praticidade que é executar as tarefas domésticas entre os dois espaços”, explica.
Ainda de acordo com ela, a instalação de uma divisória pode ser considerada tanto plantas baixas maiores, como também em layouts mais compactos. A seguir, acompanhe dicas e boas ideias realizadas por Mari Milani:
Divisão totalmente fechada ou parcialmente aberta?
O ponto de partida é definir a opção que irá compartimentar a cozinha e área de serviço, que pode ser feita em serralheria e fechamento de vidro e madeira, por exemplo, considerando as portas em tipologias que melhor atendam o projeto como as mimetizadas, de correr ou de folhas. Nesse entendimento, a profissional ainda coloca como observação a necessidade de ventilação e luz natural para a área de cocção e preparo dos alimentos. “Caso esses fatores estejam dispostos apenas na área de serviço, precisamos pensar em alternativas que ofereçam esses atributos também para a cozinha”, indica.
Nesses casos, a instalação de cobogós, serralheria com vidro e portas ripadas são opções são boas soluções avaliadas por Mari Milani. No capítulo vidro, as sugestões mais empregadas são mini boreal ou canelado. “Eles são perfeitos quando não queremos deixar à vista alguma baguncinha que esteja presente na lavanderia”, destaca.





Os cuidados com a umidade
Por se tratar de ambientes com grande utilização de água, a arquiteta reforça a importância de pensar em materiais apropriados como serralheria, alumínio ou madeira maciça. “Todos são resistentes e não se danificam com facilidade”, analisa. Ademais, Mari também os considera perfeitos para a personalização dos projetos, principalmente em peças sob medidas.


Sobre Mari Milani
Formada em arquitetura e urbanismo em 2009, pós-graduada em master arquitetura em 2012, com mais de 300 projetos realizados em lares e negócios, Mari Milani está sempre presente nas maiores feiras e eventos de design do mundo acompanhando e trazendo as últimas tendências de mercado para seus clientes.
Para ela, a construção de um ambiente transformador vai além de erguer paredes e distribuir cômodos; é a habilidade de criar um espaço que reflita a personalidade e os sonhos de cada cliente, pensando sempre no conforto e segurança. Cada projeto é uma oportunidade de criar sensações diferentes e únicas, seja por meio da iluminação, do formato ou da decoração.
Se inspire nos projetos da arquiteta Mari Milani e dos profissionais cadastrados no Viva Decora Pro.
